Cientistas no Rio usam cérebros de São Paulo para estudar o envelhecimento
"O que queremos, essencialmente, é estabelecer a linha de base do desenvolvimento e do envelhecimento cerebral", explica o neurocientista Roberto Lent, orientador de Virgínia, chefe do laboratório e diretor do ICB. "Para entender as alterações, precisamos antes entender a linha de base."
Em outras palavras: para diagnosticar o que é anormal, é preciso, antes, estabelecer o que é normal. Por isso, a pesquisa é feita apenas com cérebros de pessoas consideradas saudáveis do ponto de vista neurológico, sem sintomas de doenças neurodegenerativas, como Parkinson ou Alzheimer, nem de outras condições capazes de causar alterações na estrutura cerebral. "Tudo que possa alterar o número de neurônios a gente exclui. Selecionamos a morte mais natural possível", diz a pesquisadora Ana Tereza Di Lorenzo Alho, do Banco de Encéfalos Humanos da USP, responsável pela triagem e processamento dos casos que são enviados para a UFRJ. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
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