terça-feira, 25 de março de 2014

Por Cláudia Colucci.


Fonte: Folha de São Paulo, onde pode ser ouvido o áudio da matéria.

Um comentário:

  1. Hugo, seu comentário é sempre pertinente, o ideal é a cura, como ainda não é real, o acesso ao diagnóstico, ao especialista que cuida da doença de parkinson, neurologista, aos medicamentos e aos cuidados que complementam o tratamento farmacológico, como fonoterapia, fisioterapia, psicoterapia, terapia ocupacional, cuidadores e uma boa alimentação, dificil rir do Parkinson quando milhares, senão milhões de brasileiros sequer tem o diagnóstico e sociedade ainda rotula como aqueles que tremem.

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