quarta-feira, 18 de junho de 2003

Publicado por Dalva em 10 de junho
EXERC�CIO NUNCA � DEMAIS NA DP

No
portal Sa�de em
Movimento
h� dez revistas online voltadas para a �rea esportiva.
Pesquisando por �Parkinson� encontrei na Revista Digital Vida &
Sa�de (Abril-Maio/2003 - Volume:2 - N�mero:2) um artigo sobre uma
pesquisa realizada no �mbito do programa de p�s-gradua��o em
fisiologia da Universidade Gama Filho, sob a orienta��o do Dr.
Martim Bottaro Marques, comprovando os benef�cios dos exerc�cios
f�sicos para portadores de Parkinson. O t�tulo do artigo � href="http://www.saudeemmovimento.com.br/revista/index.asp?cod_revista=27">�Benef�cios
do treinamento resistido na reabilita��o da marcha e equil�brio nos
portadores da doen�a de Parkinson�


Postado
em Ter�a-feira, Junho 10, 2003 por marcilio


C�LULA-TRONCO PROMOVE REGENERA��O C�LULAR MAIS R�PIDA NA
MEDULA



09/06/2003 - 17h50


href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u9321.shtml">C�lula-tronco
promove regenera��o celular mais r�pida na medula

da Folha
Online

Cientistas da Rede Universit�ria de Sa�de, do Canad�,
descobriram uma nova classe de c�lulas-tronco humanas que crescem
rapidamente quando implantadas na medula �ssea de camundongos. O
estudo foi divulgado na vers�o on-line da revista " href="http://www.nature.com/nm">Nature Medicine"
(www.nature.com/nm).

"Pela primeira vez, descobrimos
c�lulas-tronco que reconstroem com rapidez o sistema sangu�neo",
afirma John Dick, da Universidade de Toronto e principal autor da
pesquisa. "Elas permitem que pacientes transplantados refa�am suas
c�lulas sangu�neas, que s�o cr�ticas para o sistema
imunol�gico."

Os cientistas injetaram um grupo de
c�lulas-tronco diretamente nos ossos de camundongos, em vez do
m�todo tradicional de inje��o intravenosa. Eles observaram a
subpopula��o celular repovoar o sistema de produ��o sangu�nea dos
roedores nas duas primeiras semanas --normalmente s�o necess�rias de
tr�s a quatro semanas para se obter o mesmo resultado.

A
t�cnica, apesar de possuir implica��es cl�nicas significativas em
tratamentos do c�ncer, barra na dificuldade de aplica��o. "Implantar
c�lulas-tronco diretamente no osso � um procedimento mais complexo
que o m�todo tradicional intravenoso", explica Dick.

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