Em vista dos conflitos observados, os efeitos do levodopa na doença a longo prazo se mantém não esclarecidos, adianta o Autor Dr. Stanley Fahn, da Columbia University in New York, em nota com os colegas. (...)
Os sintomas de Parkinson pioraram menos nos pacientes que receberam o levodopa, com qualquer dose, do que os que receberam o placebo. No entanto, a exploração do cérebro em 116 pacientes, mostrou que aqueles (que receberam o levodopa) perderam mais células nervosas críticas do que os que receberam o placebo. (...)
"No presente, até que mais evidências sejam obtidas, nós recomendamos otimizar a dose de levodopa às necessidades individuais do paciente com base na resposta clínica e do perfil dos sintomas adversos,” eles concluem.
O assunto, de grande importância para nós, saiu na Reuters Health (09/12/2004) sob o título Levodopa's Effect on Parkinson's Disease Unclear. Na CNN Health (10/12/2004) sob o título Study: Drug may slow Parkinson's disease.
Na imprensa brasileira, até agora, nada!
Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega!
Portanto, vamos otimizar a dose de levodopa às necessidades individuais!
Meu pai já tem parkinson há mais de 10 anos, está com 75 anos. Ele sempre foi medicado com levodopa, porém de uns tempos para cá vem apresentando comportamentos agressivos, muito esquecimento, delirios (acredita que ve pessoas e coisas que não existem).
ResponderExcluirGostaria de saber se pode ser da levodopa?? meu email e nome eh:
sumaiachaaban@pop.com.br.