domingo, 21 de outubro de 2012

SEGUNDA-FEIRA É DIA DO NOSSO BATE-PAPO APARTIR DAS 20:30HS!!!





Apartir das 20:30 hs
NOSSO BATE-PAPO AMIGO E FRATERNO
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Não Perca a Hora!

Centro no Rio pesquisará células-tronco

21 de outubro de 2012 | O Rio terá um Centro de Pesquisa e Inovação em Saúde, o Sautec, dedicado a pesquisas com células-tronco, doenças cerebrais, como Alzheimer e Parkinson, e medicina esportiva de alto desempenho. O projeto prevê investimento de R$ 42 milhões na construção do prédio, e outros R$ 30 milhões para a compra de equipamentos. A previsão é de que o Sautec seja licitado até o fim do ano e inaugurado em 2014.

"Há um abismo entre a bancada de pesquisa e o leito hospitalar. Conhecemos a doença de Alzheimer, mas não temos medicamentos novos, terapias celulares. É nisso que queremos inovar", justifica o secretário de Estado de Saúde, Sérgio Côrtes.

O Sautec foi desenhado com base em uma ideia do neuropsiquiatra Jorge Alberto Costa e Silva, cientista sênior da Universidade de Nova York e ex-diretor da Organização Mundial de Saúde (OMS). Ele propôs ao governo do Rio a criação de um instituto de estudos do cérebro. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
Que seja para o bem comum. E não para o bolso dos políticos e que tais corruptos.
Que o Tribunal de Contas acompanhe de perto! Ou um novo Maracanã?
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sábado, 20 de outubro de 2012

Lygia da Veiga Pereira: Uma introdução às células-tronco

Leia o artigo da professora associada e chefe do Laboratório de Células-Tronco Embrionárias da Universidade de São Paulo (USP)

20/10/2012 - Células-tronco (CTs) são células “curinga” que podem se multiplicar e dar origem a neurônios, células de músculo, de fígado, do pâncreas ou de sangue, entre outras, e assim tratar diferentes doenças humanas. As CTs podem ser divididas em dois grandes grupos: as adultas e as embrionárias. (…)

Células-tronco embrionárias
Como o nome sugere, as CTs embrionárias são derivadas de um embrião. Identificadas no início dos anos 1980 em camundongos, essas células são extraídas de embriões de três dias de desenvolvimento – os chamados blastocistos. Nesse estágio do desenvolvimento, o embrião é composto de aproximadamente 150 células, que se dividem em dois tipos: aquelas que vão dar origem à placenta e as que darão origem a todos os tecidos do ser humano – as células do botão embrionário. Estas são retiradas do embrião e multiplicadas no laboratório em condições muito especiais, de forma a manter sua extraordinária capacidade de se transformar em qualquer tipo de célula – músculo, neurônio, sangue, pele e assim por diante. Notem que, enquanto as CTs adultas podem dar origem a somente alguns, as CTs embrionárias são capazes de dar origem a todos os tipos de célula do corpo humano – afinal, é isso que elas fariam se continuassem naquele embrião.

No entanto, se queremos usar as CTs embrionárias como fonte de tecidos para transplantes, antes de transplantá-las é necessário ainda no laboratório dirigir a sua especialização nos tipos celulares desejados. Nos quase 30 anos de pesquisas com CTs embrionárias, descobrimos como, no laboratório, multiplicá-las e transformá-las em células da medula óssea, do músculo cardíaco, em neurônios, entre outras. E mais: quando transplantadas em animais doentes, estas células derivadas das CTs embrionárias foram capazes de aliviar os sintomas de diversas doenças, desde leucemia e doença de Parkinson até paralisia causada por lesão de medula espinhal. (…)

Perspectivas
Em conclusão, nos próximos anos colheremos os frutos de toda pesquisa básica e clínica feita com os diferentes tipos de CTs. Saberemos quais células são mais adequadas para o tratamento de quais doenças; qual o valor terapêutico de outros tipos de CTs adultas, como as da gordura, cordão umbilical e placenta; conseguiremos controlar a especialização das CTs embrionárias de forma a produzir tecidos seguros para uso em humanos. Assim, finalmente poderemos verificar se os importantes efeitos terapêuticos observados em animais se reproduzem nos pacientes, tratando doença de Parkinson e diabetes ou ajudando um paralítico a recuperar os movimentos. Além disso, o conhecimento básico sobre biologia humana adquirido nas pesquisas com CTs se traduzirá de formas indiretas em melhorias na nossa qualidade de vida. Fonte: Globo G1.
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Pesquisa estabelece efeitos da estimulação cerebral contra a depressão

Conclusão dos primeiros experimentos sugere resultados significativos na redução da perda da sensação de prazer
19 de outubro de 2012 |  Qual seria a resposta à estimulação cerebral profunda (DBS, na sigla em inglês) em regiões específicas do cérebro de pacientes com sintomas de depressão? Essa estimulação modificaria a resposta em animais experimentais induzidos a estresse? Quais seriam as alterações relacionadas aos hormônios produzidos na região do hipotálamo e na hipófise?

Essas são perguntas que os pesquisadores Luciene Covolan, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em São Paulo, e Clement Hamani, professor de neurocirurgia da Universidade de Toronto, no Canadá, pretendem responder durante um projeto de pesquisa desenvolvido em cooperação por meio do acordo firmado em 2011 entre a FAPESP e a universidade canadense. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
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Práticas do antienvelhecimento são vetadas pelo Conselho Federal de Medicina


19/10/2012 - A indicação e a divulgação do uso de hormônios e outras substâncias com o objetivo de prevenir ou reverter o envelhecimento passa a ser uma prática vedada a médicos.

É o que determina uma resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina), que já havia sido publicada como recomendação em agosto e agora tem força de lei para médicos. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
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Exceso de alcohol aumenta el riesgo de sufrir Alzheimer y Parkinson

19 de Octubre de 2012 ⁄ Los adultos mayores que toman mucho alcohol tienen un riesgo elevado de desarrollar declive cognitivo y demencias, como la enfermedad de Alzheimer y el mal de Parkinson, según lo que muestran los resultados de investigaciones científicas llevadas a cabo en la Universidad de Exeter (Reino Unido). "Nuestro estudio debería generar consciencia en los adultos mayores y sus médicos de que tomar mucho alcohol aumenta el riesgo de experimentar declive cognitivo. A su vez, nuestros resultados deberían fomentar cambios en las conductas en torno al alcohol". (segue...) Fonte: Nueva Prensa de Guyana.ve.
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HC testa atendimento psiquiátrico on-line

16/10/2012 - O Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo (IPq) testará, pela primeira vez, o tratamento de pacientes deprimidos por meio de consultas por videoconferência pela internet.

Os cem pacientes selecionados vão ser divididos, aleatoriamente, em dois grupos. Metade receberá o atendimento convencional (medicação e consultas de 20 minutos, uma vez por mês, no ambulatório do IPq).

Os outros 50 serão atendidos virtualmente (consultas mensais de 20 minutos pela internet) e receberão a medicação por motoboy. O tratamento vai durar um ano. Os interessados podem se inscrever pelo e-mail agendamento.ipq@gmail.com.

Segundo a psicóloga Ines Hungerbuehler, pesquisadora do Laboratório de Neurociências do IPq, o objetivo é verificar se o atendimento psiquiátrico virtual é tão eficaz quanto o presencial.
"Será uma forma de ampliar o acesso e a eficácia do acompanhamento do paciente crônico e, ao mesmo tempo, liberar o ambulatório para os casos agudos, que realmente precisam de um contato presencial."

O CFM (Conselho Federal de Medicina) veta consultas on-line --exceto quando fazem parte de pesquisas. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
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Canetas e videojogos contra a doença de Parkinson

Vídeo (9:10) publicado em 01/05/2012 por euronewspt.

http://pt.euronews.com/ Crónica, degenerativa e incurável... A doença de Parkinson afeta atualmente 5 em cada mil europeus com mais de 60 anos. Os cientistas estão a utilizar as mais recentes tecnologias, incluindo os videojogos, para melhorar a precisão dos diagnósticos precoces e as técnicas de reabilitação facultar aos pacientes uma melhor reabilitação. Fonte: YouTube.
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Consumo diário de vitamina E ajuda a retardar o envelhecimento do corpo

Nutriente acelera cicatrização de ferimentos, protege de doenças, ajuda na fertilidade feminina e masculina e previne o dano oxidativo das células

19/10/2012 - Se você quer minimizar os efeitos do envelhecimento através de um potente agente antioxidante, então é melhor começar a consumir vitamina E adequadamente na sua alimentação. Conhecido também como Tocoferol, o nutriente é uma vitamina lipossolúvel, responsável por acelerar a cicatrização de ferimentos, proteger de doenças crônicas como Parkinson, Alzheimer, câncer e problemas cardiovasculares, ajudar na fertilidade feminina e masculina e prevenir o dano oxidativo das células, aumentando a longevidade e fortalecendo o sistema imunológico. Além disso, melhora a absorção da vitamina A no organismo. (segue...) Fonte: Globo G1.
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Aparelho de ressonância 'engole' enceradeira em hospital de Brasília

Campo magnético do aparelho sugou enceradeira usada por funcionários.
Secretaria diz que não há previsão de quando fabricante vai fazer conserto.

18/10/2012 - Uma enceradeira que estava sendo usada por um funcionário da limpeza foi sugada pelo aparelho de ressonância do Hospital de Base, em Brasília. O equipamento, que faz exames capazes de descobrir lesões e tumores, foi danificado. Pacientes estão tendo que ser atendidos em outros hospitais do DF.

Como produz um campo magnético, o equipamento funciona como uma espécie de ímã gigante. Por isso, se o paciente usa piercing ou marca-passo, por exemplo, não pode nem passar perto da máquina. Antes da realização do exame, o paciente deve tirar todos os objetos metálicos que estiver usando, como brincos e pulseiras.

E foi exatamente a falta desse cuidado que fez a máquina do Hospital de Base parar. Em foto divulgada em reportagem do DFTV 1ª edição, uma enceradeira aparece presa ao aparelho de ressonância. Ela foi sugada pelo ímã durante uma limpeza na sala.

Um funcionário que não quis ser identificado disse que a máquina está parada há 15 dias. “Ninguém consegue tirar. Muita gente junta já tentou tirar, mas ninguém consegue tirar a enceradeira lá da ressonância”, disse o funcionário. (segue...) Fonte: Globo G1.
Êta Brasilzão!

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Científicos tailandeses aislan células madre puras del líquido amniótico

Un equipo de la Universidad de Mahidol en Tailandia ha conseguido extraer células madre puras del fluido amniótico humano, lo que puede ser utilizado en la investigación de enfermedades como el Alzheimer o Parkinson.

viernes, 19/10/12 - Bangkok, 19 oct.- Un equipo de la Universidad de Mahidol en Tailandia ha conseguido extraer células madre puras del fluido amniótico humano, lo que puede ser utilizado en la investigación de enfermedades como el Alzheimer o Parkinson. (segue...) Fonte: La Informacion.es.
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Diferentes tratamientos del Parkinson a debate por especialistas en Bilbao

18-10-2012 / Doctores de distintos hospitales de España han participado esta tarde en el simposio sobre la enfermedad del Parkinson para debatir los tratamientos con geles intestinales.

El evento celebrado en un hotel de Bilbao ha contado con la participación de especialistas en este ámbito como el doctor de la Policlínica Gipuzkoa, Gurutz Linazasoro y la doctora del Hospital de Cruces, Elena Lezcano, entre otros.

Los ponentes han explicado los distintos efectos que se dan con cada tratamiento de gel intestinal.

A su vez, se han debatido los tratamientos con fármacos destinados especialmente a pacientes con trastornos de control de impulsos. Fonte: ABC.es.
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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Volta para o Futuro - Parte IV - Youtube Lançamento 01 de dezembro de 2012 Trailer

Vídeo / trailer (1:38) publicado em 17/10/2012 por IVBacktotheFutureIV.

No dia 01 de dezembro "Volta para o Futuro - Parte IV" será lançado no Youtube!

A mensagem que o amigo Doc envia a Marty o arremessa de volta para o futuro, para conhecê-lo. Quando Marty descobre a morte do amigo, ele é deixado sem nenhuma escolha a não ser voltar a 2015 e salvar Doc.

Lucas Palmer apresenta uma sequência não-oficial para uma trilogia clássica, para ajudar a arrecadar recursos e atenção para a "Parkinson's UK". "Volta para o Futuro Parte IV".  (segue...) Fonte: YouTube.
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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Investigan nuevos fármacos contra la Enfermedad de Parkinson

Investigadores de la Universidad de Alabama en Birmingham (UAB) presentaron esta semana en el Congreso de la Sociedad de Neurociencia de Nueva Orleans (EE.UU.) un trabajo de investigación que podría abrir el camino para el desarrollo de un nuevo tipo de fármaco contra la enfermedad de Parkinson

17 de Octubre 2012 - (...) Los LRRK2
LRRK2 son las siglas en inglés de Leucine-Rich Repeat Kinase 2, o Cinasa de Repetición Rica en Leucina 2. Las cinasas son enzimas que agregan unas moléculas denominadas fosfatos a otras moléculas con el fin de iniciar, detener o reajustar procesos celulares. Estudios anteriores habían revelado que una mutación de LRRK2 denominada G2019S hace que LRRK2 sea ligeramente hiperactiva. Los investigadores proponen reajustar el funcionamiento de LRRK2 por medio de fármacos.

Debido a causas que todavía desconocemos (una mutación incorrecta de un gen, una infección, una lesión en la cabeza, envejecimiento…) algo hace que una proteína denominada alfa-sinucleina se acumule en las neuronas de los enfermos de Alzheimer, provocando su apoptosis (muerte celular). Los fármacos existentes hasta ahora no son capaces de intervenir contra la alfa sinucleína y proteínas similares. Una vez se acumula la alfa-sinucleína, el cerebro puede responder a este problema de dos formas: controlando correctamente dicha acumulación, o amplificando sus efectos.

Los científicos de la Universidad de Birmingham postulan que la LRRK2 es un factor clave en la forma en que el organismo responde a este problema. Creen que LRRK2 opera en la intersección entre las respuestas inmunitarias, neurotransmisivas y de la alfa-sinucleina; el sistema inmunitario combate las enfermedades infecciosas pero también crea inflamación; cuando esta inflamación es desencadenada en el momento, lugar o cantidad inadecuados, es cuando se asocia a enfermedades como el Parkinson. Es decir, no todo el que tiene la mutación G2019S de LRRK2 desarrolla la enfermedad, pero la mutación sí que es un factor de riesgo importante cuando se combina con otros factores que favorecen la aparición de la enfermedad.

Estudios anteriores ya habían demostrado que la acumulación de alfa-sinucleina en neuronas activan unas células del sistema inmunitario denominadas microglias, las cuales a su vez expresan niveles elevados de LRRK2. Los investigadores de la Universidad de Alabama sugieren que la hiperactividad de LRRK2 causada por la mutación G2019S refuerza la reacción inflamatoria de las microglias, y que por tanto si se pudiera inhibir LRRK2 por medio de un fármaco se reduciría esta reacción inflamatoria. Otros datos preliminares pendientes aún de confirmar también apuntan a que la inflamación desencadenada por LRRK2 también aumenta la tasa de mortalidad de células nerviosas.

¿Nuevos fármacos?
El fármaco perfecto contra el Parkinson debería cumplir las siguientes condiciones. Debería poder superar la barrera que impide la entrada de toxinas en el cerebro, y después superar las proteínas que expulsan del cerebro a las toxinas que consiguen rebasar el primer obstáculo. Esta medicina debería actuar sobre el órgano que queremos, pero también ser evacuada en un plazo de tiempo razonable para que no se acumule en otro órgano. Por último, el fármaco debería reducir la actividad de LRRK2, pero sólo de esta enzima, y tan sólo hasta reducirla a niveles normales.

Para responder a esta cuestión, el equipo de investigadores de la Universidad de Birmingham ha experimentado con más de 300 cinasas hasta identificar un inhibidor que tan sólo afecta a LRRK2. Una vez identificado el mejor compuesto, planean volver a experimentar en ratones de laboratorio, realizar estudios toxicológicos, y, si los resultados siguen siendo positivos, solicitar permiso a las autoridades sanitarias para realizar estudios clínicos. Fonte: Medicina21.es.
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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Células de defesa ajudam a piorar o quadro em doenças como Alzheimer e Parkinson

Estudo brasileiro mostra que o sistema imunológico provoca a quebra de fibras amiloides em pedaços menores e mais prejudiciais para o organismo

16/10/2012 - Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descreveu pela primeira vez o processo que transforma fibras amiloides, presentes em doenças como Parkinson e Alzheimer, em pedaços menores e mais tóxicos. A pesquisa está disponível no portal do periódico Journal of Biological Chemistry, e será publicado na edição impressa de novembro.

CONHEÇA A PESQUISA
Título original: Amyloid fibrils trigger the release of neutrophil extracellular traps (NETs), causing fibril fragmentation by NET-associated elastase
Onde foi divulgada: revista Journal of Biological Chemistry
Quem fez: Estefania P. C. Azevedo, Anderson B. Guimarães-Costa, Guilherme S. Torezani, Carolina A. Braga, Fernando L. Palhano,Jeffery W. Kelly, Elvira M. Saraiva e Debora Foguel
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Resultado: A pesquisa mostrou que a presença de amiloides no organismo ativa uma resposta do sistema imunológico, que envia neutrófilos ao local. A partie da NETose, o neutrófilo libera a enzima elastase, que fragmenta as fibras amiloides em partes menores e mais tóxicas.

Amiloidose é o termo que designa todas as doenças caracterizadas pelo acúmulo de amiloides, que são aglomerados de proteínas que seguem uma ordenação específica, formando uma fibra. O que muda em cada doença é o tipo de proteína que se acumula e o local do organismo em que isso ocorre. “No Parkinson, os amiloides se depositam em uma região específica, que controla o movimento, por isso o paciente apresenta tremores. No caso do Alzheimer, esses agregados se encontram no hipocampo, em uma região que controla a memória, então o sintoma da doença depende de onde está aquela estrutura amiloide”, disse ao site de VEJA Debora Foguel, professora do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ e integrante do grupo de pesquisadores.  (segue...) Fonte: Boainformacao.
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Celeiro de prêmios Nobel, Technion comemora 100 anos em Israel

Entre os feitos do instituto está o Azilect, um dos únicos remédios do mundo capazes de diminuir o desenvolvimento do mal de Parkinson.

16/10/2012 - Um dos maiores centros acadêmicos do mundo completa 100 anos em 2012. Foi do Instituto Technion que saíram três dos dez prêmios Nobel recebidos por Israel, inclusive o de química do ano passado. A colocação da pedra fundamental, em 1912, ocorreu antes mesmo da fundação do país.

Hoje, a cada dólar que o governo investe na graduação de um aluno em Technion, o estado recebe, em média, o dobro. Um estudo recente feito com 4 mil ex-alunos indica que 75% deles estão no setor de tecnologia de ponta. Mais da metade das 60 empresas israelenses listadas na bolsa Nasdaq tem como diretores ou fundadores profissionais graduados no instituto.

“O sucesso da universidade é que ela pode se reinventar. A Technion começou como uma faculdade de Engenharia, não havia pesquisa. Nos anos 1950, ela se reinventou e se tornou um centro de pesquisas. Então, no início dos anos 1970, passou de uma pesquisa muito tradicional em engenharia elétrica para a área de microeletrônica”, explica o presidente do instituto, Peretz Lavie.

Em Technion foi descoberta a equação de Ziv-Lempel, um algoritmo para a compressão de dados usado extensivamente na internet, em celulares e em câmeras digital. Até mesmo a Nasa usa a equação elaborada pelos professores Abraham Lempel e Jacob Ziv para a transferência de imagens de Marte em tempo real. Outro grande feito do instituto é o Azilect, um dos únicos remédios no mundo capazes de diminuir o desenvolvimento do mal de Parkinson.

“A influência da Technion se estende para além de Israel. O que você precisa para ser um aluno de sucesso é muita motivação. É preciso ter talento e se ver como alguém que mudará o mundo em alguns anos”, afirma Lavie. Fonte: Globo G1.
Há controvérsias. Veja Etiquetas.

Filme 'O Palhaço' é destaque no Grande Prêmio de Cinema Brasileiro

15/10/2012 - (...) “O Palhaço” ainda foi premiado pela atuação de Paulo José como melhor ator coadjuvante. "Não foi nenhuma surpresa, né? O Selton veio para fazer história no cinema. Estou muito emocionado e o gostoso é ver que esse filme foi feito com muita dedicação. É um filme de primeira mão", disse Paulo - com muita dificuldade na fala por conta da doença de Parkinson -, que foi aplaudido de pé pela plateia. (segue...) Fonte: Ego G1.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Mulher é presa com remédio usado no 'boa noite, Cinderela', no Recife

Comprimidos, originalmente, são utilizados no tratamento do Parkinson.
Suspeita buscava medicamento na Grande Maceió.

15/10/2012 - Uma mulher foi presa no Terminal Integrado de Passageiros (TIP), no bairro do Curado, Zona Oeste do Recife, suspeita de traficar comprimidos de um medicamento utilizado no golpe conhecido como “boa noite, Cinderela”. Ela teria ido buscar a droga na cidade de Rio Largo, na Região Metropolitana de Maceió, em Alagoas.

Com a suspeita, estavam 99 caixas do medicamento “Artane” – cada caixa tinha trinta comprimidos. A medicação é utilizada, originalmente, para tratar o mal de Parkinson. Entretanto, o produto está sendo utilizado na fabricação do crack e também no golpe “boa noite, Cinderela”, que consiste em fazer a vítima desmaiar para realizar algum crime.

Em depoimento, a mulher disse que intermediava o material, mas não citou nomes – apenas informou que uma pessoa iria buscar o remédio. “Ela foi autuada pelo crime de tráfico, uma vez que no Artane, a subtância que fica ativa, o dioxi-finedil, é justamente uma subtância contida na portaria 344/98, da Anvisa, sujeita a controle especial",  comentou delegada Maria Antonieta Calado, do Denarc, responsável pela prisão. A suspeita seguiu para a Colônia Penal Feminina do Recife. Fonte: Globo G1.
Vá entender! Enquanto nós lutamos p'rá livrarmo-nos das drogas, outros as procuram. Pobres moços... Pelo menos do Artane e do Akineton já me livrei...

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Niña inventa taza involcable para personas con Parkinson

Para que su abuelo con Parkinson pudiera beber de una taza, una niña de 10 años inventó una que no se puede volcar. 

14 de Octubre, 2012 - Lily, una niña de 10 años, viendo que su abuelo con Parkinson no podía beber café de una taza, aprovechó su destreza con la cerámica para diseñar una taza que pudiera usarse por gente con esta enfermedad.

Para eso, creó un tazón con tres patas, bautizado como "Kangaroo Cup", que además de la propiedad de ser involcable, puede suspender el recipiente en la mesa y apilar las taza.

De momento, Lily y su familia están recolectando fondos para poder producirla en masa y mejorar la calidad de vida de muchas personas con Parkinson. Fonte: El  Nortero.cl.

Kangaroo Cup
Vídeo (3:35), com áudio em inglês / legendas, publicado em 11/10/2012 por Joe Born.

A little girl invents a new cup for her grandfather with parkinsons and she and her dad travel to China to get it into production (http://www.kangaroocups.com). Fonte: YouTube.

Un fármaco usado en trasplantes podría retrasar el desarrollo del Alzheimer

BARCELONA, 15 Oct. (EUROPA PRESS) - Un fármaco inmunosupresor utilizado habitualmente para evitar el rechazo en trasplantes podría servir para retrasar la aparición de enfermedades neurodegenerativas como el Alzheimer y el Parkinson, según pone de relieve un estudio que publica este domingo la revista 'Nature'.

La rapamicina, como se llama el medicamento, no cura el Parkinson, pero sí "puede proteger y retrasar la aparición" de enfermedades neurodegenerativas, ha señalado en un comunicado el jefe del grupo de Neuropatología del Instituto de Investigación Biomédica de Bellvitge (Idibell), Isidro Ferrer, que ha participado en el estudio. (segue...) Fonte: Europa Press.es.

Unicamp faz cirurgia para o tratamento do mal de Parkinson pelo SUS

SEXTA, 12/10/2012 - Entrevista com Elton Gomes da Silva, médico neurocirurgião, doutorando pela Universidade Estadual de Campinas. Fonte: CBN G1.

domingo, 14 de outubro de 2012

Impulsos eléctricos contra la epilepsia

Los marcapasos cerebrales son una tecnología para controlar diferentes enfermedades mentales como la epilepsia y el Parkinson. Sus riesgos son mínimos y sus beneficios son múltiples

Sábado, 13 de Octubre de 2012 - La mente humana, sana o enferma, es consecuencia del funcionamiento del cerebro, uno de los órganos más importantes del ser humano por su alta capacidad de control y procesamiento de reacciones biológicas, físicas y químicas.

A raíz de esta perspectiva, diferentes estudios contemporáneos están acercando un conocimiento profundo y riguroso sobre las bases de las enfermedades mentales, donde incluso hay asuntos sociales y culturales que bloquean la amplia comprensión de la problemática.

Pero dentro de este contexto hay que enfatizar que la tecnología de las neurociencias ha dado pasos avanzados y ha partir de los electrochoques y los psicofármacos se han alcanzado múltiples beneficios para abordar estas patologías que se vuelven problemas de salud a diferente nivel.

En este sentido las nuevas herramientas tecnológicas permiten acceder al cerebro humano de diversas maneras. Una muestra es la estimulación cerebral profunda, o marcapasos cerebral, que se aplica para enfermedades neurológicas como el Parkinson, el dolor crónico y epilepsias con bastante éxito y pocas secuelas.

El caso de Rebeca Najarro puede considerarse como uno más dentro de un extenso repertorio de patologías mentales. Pero cuando se trata de epilepsias recurrentes desde los tres años el caso se vuelve muy particular.

Su vida, el 24 de septiembre pasado cambió. Se convirtió en la primera salvadoreña en contar con un marcapasos cerebral, un instrumento que le ayuda en controlar los lóbulos gracias a impulsos eléctricos sobre el nervio vago, uno de los doce pares craneales que aporta un componente parasimpático a la laringe, el oído y la región amigdalina, entre otras.

Para lograr resultados Eduardo Lovo, neurocirujano del Instituto de Neurociencias del hospital de Diagnóstico implantó electrodos en el cerebro de Najarro. Estos se conectaron con un dispositivo implantado debajo de la clavícula a través de un conductor de titanio, uno de los metales menos nocivos para la salud humana.

"Lo que esto hace es enviar con regularidad estímulos a los lóbulos para volver los procesos de convulsión menos severos y recurrentes. Así la paciente tiene menos probabilidades de desarrollar episodios críticos", recalcó el profesional médico.

Najarro afirma que esto le ha representado una mejor calidad de vida porque ha dejado muchos fármacos anticonvulsionantes como el Epamin y el Fenobarbital, los cuales son, según su descripción, excesivamente sedantes e hipnóticos, algo que le afectaba con su rutina diaria.

"Con estas medicinas los mareos eran excesivos, me confundía con facilitad y no podía realizar muchas tareas cotidianas. Hoy, con el marcapasos, cada cierto tiempo sufro un episodio de epilepsia pero con menor gravedad", resumió la paciente.

El cerebro y los impulsos eléctricos
Un marcapasos es un complemento quirúrgico de la cirugía funcional, la cual por lo general es estereotáctica y favorece la intervención del lóbulo donde más se presentan los cuadros epilépticos.

Sin embargo, el caso de Najarro fue más delicado, porque luego del procedimiento el cuadro epiléptico "migró" a otras zonas del cerebro donde se pone en riesgo la memoria y las habilidades motrices.

Para Lovo, la incitación eléctrica del cerebro permite liberar un conjunto de sustancias químicas que inhiben la convulsión y que son parecidas a la adrenalina, serotonina y dopamina.

Pero esta teoría, para las ciencias neurológicas, aun no está completamente demostrada, aunque el caso de Najarro (epilepsia metamorfótica) podría explicarse así.

"La gran ventaja de esta intervención es que no es agresiva porque existe mínimo riesgo de secuelas al no tocar el cerebro y solo usar de canal el nervio vago", destacó Lovo.

El regulador se programa con un dispositivo de la firma médica Medtronic. Así se definen las frecuencias de las descargas, según los parámetros y las necesidades clínicas.

Por el momento la vida de Najarro alterna entre la tranquilidad y un leve cambio en su tono de voz a raíz de la intervención. Su optimismo - y esperanzas - se centra en los mínimos episodios dramáticos (cinco, leves, a la semana) y en continuar con su carrera de Ciencias Jurídicas, una meta que alterna con los desafíos.

Ella quiere dejar de ser parte de esa cifra de 50 millones de personas en el mundo que sufren de epilepsia, un mal congénito generado por malformaciones cerebrales y adquiridas en la etapa perinatal. (segue...) Fonte: El Salvador.sv.

sábado, 13 de outubro de 2012

El investigador mexicano Arturo Álvarez Buylla encabeza equipo que trasplantó con éxito neuronas de embrión de ratón a ejemplares adultos

2012-10-13 | El científico mexicano Arturo Álvarez Buylla, experto en el proceso de formación del cerebro en mamíferos y ganador del Premio Príncipe de Asturias 2011, encabezó a un equipo de la Universidad de California en San Francisco (UCSF) que logró, por primera vez en la historia, trasplantar exitosamente neuronas desde el cerebro de un embrión de ratón hacia el cerebro de un ratón adulto.

El éxito de este experimento y el hecho de que las neuronas trasplantadas hayan sobrevivido ponen en duda el principio de que el cerebro adulto no puede incorporar nuevas neuronas. Aunque el experimento se realizó en ratones, los seres humanos podrían beneficiarse, pues este experimento puede ser clave para la futura atención de enfermedades neurodegenerativas de nuestra especie como el mal de Parkinson, la enfermedad de Alzheimer, la epilepsia, la esquizofrenia y la enfermedad de Huntington.

El experimento fue publicado este viernes 12 de octubre en la revista científica británica Nature, considerada una de las dos revistas científicas más prestigiadas de todo el mundo, compitiendo en cada edición con la revista estadunidense Science.

“La inesperada sobrevivencia de neuronas embrionarias trasplantadas en el cerebro de ratones, como parte de una serie de experimentos en los laboratorios de UCSF eleva las esperanzas de que los trasplantes neuronales sirvan como tratamiento del Alzheimer, epilepsia, Huntington, Parkinson y esquizofrenia”, informa la Universidad de California en San Francisco, por medio de un comunicado difundido hoy.

Hasta ahora, lo que se sabe y se acepta entre expertos en cerebro es que los dos primeros años de vida del ser humano todavía hay formación de nuevas células nerviosas en el cerebro y hay un proceso de migración activo de esas células, pero después de esos dos primeros años la formación de nuevas células (que inició desde la formación del feto en el vientre materno) se detiene y comienza un proceso de maduración y especialización de esas neuronas. El recambio de células se frena. (...)

Trabajos anteriores en UCSF y otros lugares ha demostrado que trasplantar estas células puede crear un nuevo periodo crítico de plasticidad en el cerebro receptor, reducir las convulsiones en modelos animales de epilepsia y trastornos del movimiento como la enfermedad de Parkinson en ratas de laboratorio. La actividad de estas células se interrumpe a menudo en la enfermedad de Alzheimer, y su número está alterado en los cerebros de las personas con esquizofrenia. Cuando se trasplanta a la médula espinal, también ayudan a disminuir la sensación de dolor.

El trabajo muestra que las células neuronales GABAérgicas pueden ser trasplantadas en un número mucho mayor que se pensaba, una observación que podría tener implicaciones importantes para el uso de estas células para corregir los defectos provocados por destrucción neuronal. Fonte: La Cronica de Hoy.mx.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Implantes de titanio controlan Parkinson

Una científica mexicana de la UNAM ha desarrollado una nueva alternativa para reducir los síntomas de la enfermedad de Parkinson

México, D.F. a 11 de octubre 2012 - En el mundo se combate la enfermedad de Parkinson de muchas maneras, pero en México somos los pioneros trabajando con implantes de titanio que ayudan a controlar el flujo de dopamina para disminuir los síntomas de la enfermedad, dijo a SUMEDICO la doctora Patricia Vergara(*), investigadora de la Facultad de Medicina de la UNAM.

“Los implantes de titanio son reservorios de dos milímetros de diámetro, de forma esférica con una especie de panal de abeja en donde se acumulan las moléculas de dopamina que están bien protegidas para poder tener estabilidad, y son colocados en el cerebro del paciente para que, de esa manera, la inyección de dopamina sea regular”, explicó la investigadora.

La dopamina es una sustancia que se secreta en el cerebro y está relacionada con muchos aspectos de la vida de un ser humano, como por ejemplo el control, la planeación y la ejecución de los movimientos, así como el estado de ánimo, el control del corazón y la presión arterial; la enfermedad de Parkinson comienza a desarrollarse cuando la inyección de dopamina no es suficiente.

El experimento de la doctora comenzó en conejos y se trasladó a ratas de laboratorio, las cuales fueron intervenidas genéticamente para provocarles la enfermedad y comenzar el tratamiento con los implantes.

“Las mejorías que advertimos con las ratas fueron inmediatas. Cuando las ratas despiertan tras la operación comienzan a caminar y a moverse con normalidad, demostrando una mejoría de hasta un 90%, al día siguiente la rata ya está nadando sin ningún problema”, explicó la especialista, quien tiene una maestría en Investigación Biomédica.

La doctora explicó que el siguiente paso era aplicar el mismo tratamiento con monos a los que ya se les había provocado el parkinsonismo, no obstante, “por sugerencia de la Comisión Federal para la Protección contra Riesgos Sanitarios (Cofepris) vamos a comenzar a trabajar con seres humanos para conocer los alcances de este tratamiento”, manifestó la investigadora y profesora de la Facultad de Medicina de la UNAM.

Señaló que en octubre de este año se realizará una reunión con neurocirujanos del Hospital Siglo XXI, del Ángeles del Pedregal, el Hospital Metropolitano y el Instituto Mexicano del Seguro Social (IMSS), “los cuales están dispuestos a colaborar en el protocolo que será sometido a comités de ética y, si lo aprueban, entonces comenzamos con el trabajo. Esto tardaría alrededor de un año, aproximadamente”.

Explicó que esta tecnología es muy barata y los implantes prácticamente “estarían a la mano de cualquier persona de cualquier condición socioeconómica”, indicó.

“Lo que estos pacientes necesitan es dopamina, porque su organismo no la produce, entonces nosotros les estaríamos administrando la dopamina, eso nos hace diferentes a los tratamientos con células madre, campos magnéticos y otros implantes e injertos con los que se trabaja en otras partes del mundo”, refirió.

Respecto a posibles consecuencias o efectos secundarios, la doctora señaló que, “después de comenzar a trabajar con seres humanos, el peor escenario al que podríamos enfrentarnos es que el paciente no se cure, pero es todo. El paciente ni siquiera tendría que estar sedado por completo, ya que la incisión que se realiza para inocular los implantes en el cerebro es del tamaño de una aguja, y cada implante es del tamaño de una gotita de agua”, explicó.

Finalmente, señaló que los candidatos a someterse a este nuevo tratamiento, después de haber sido aprobado, sería prácticamente cualquier persona que tenga la enfermedad de Parkinson. Fonte: Su Medico.mx.

Científicos de la UGR avanzan en la investigación sobre el Parkinson

Colaboran con la Fundación Michael J. Fox y hospitales de Granada

Jueves, 11/10/12 - En el último año el grupo de investigación SiPBA TIC 218 del Departamento de Teoría de la Señal, Telemática y Comunicaciones, adscrito al CITIC-UGR, ha venido aplicando los métodos desarrollados en el pasado, en la detección y diagnóstico de Alzheimer, en la iniciativa PPMI de la Fundación Michael J. Fox para el estudio de la enfermedad de Parkinson. (...)

Además ha publicado más de 40 artículos indexados en el ISI-JCR en el campo de diagnóstico y análisis de imagen médica. Todos ellos en muy prestigiosas revistas, como los tres últimos en “Medical Physics” (índice de impacto 3.075) y “NeuroImage” (índice de impacto 5.985, revista número 1 en su categoría), dedicados al estudio de la Enfermedad de Parkinson.

La implantación en la comunidad internacional de las técnicas de imagen tomográfica SPECT para el diagnóstico de la enfermedad de Párkinson, basadas en el novedoso radiofármaco DaTSCAN, ha permitido ahondar en la comprensión del comportamiento de las funciones cerebrales en sujetos que padecen la enfermedad. La información que se extrae de estas imágenes cerebrales es susceptible de ser estudiada mediante técnicas de inteligencia artificial basadas en el reconocimiento de patrones, que permiten un análisis objetivo de ésta. Fonte: Granada Digital.es.

Unicamp cria núcleo sobre Parkinson e faz 1ª cirurgia pelo SUS na região

Procedimento faz incisão na cabeça e paciente permanece acordado.
Em hospitais particulares, a cirurgia chega a custar R$ 200 mil.

11/10/2012 - A cirurgia para tratamento de Mal de Parkinson será oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em um novo ambulatório criado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). No Hospital Estadual de Sumaré (SP), o aposentado Paulo Costa, de 68 anos, passou pela primeira cirurgia desse tipo feita pelo SUS da região. O procedimento cirúrgico, chamado de palidotomia, chega a custar R$ 200 mil em hospitais particulares.

A equipe médica, formada por anestesistas, radiologistas e pelo menos cinco neurocirurgiões, faz uma pequena incisão no topo da cabeça do paciente e alcança o centro do cérebro. Analisando um mapa do cérebro, os médicos calculam o ponto exato da estrutura cerebral profunda para um pequeno estímulo que melhore o controle motor.

O paciente permanece acordado durante todo o procedimento. "É fundamental durante a cirurgia que a gente converse pra ver como está indo o procedimento e evitar que a gente lese o paciente", afirma o neurocirurgião Bruno Scarpim.

Após duas horas de cirurgia, o aposentado foi encaminhado para a recuperação. "Se isso perdurar bastante tempo, vai ser uma glória, vai ser fantástico", diz Costa. O aposentado voltou a estudar, mas não conseguiu permanecer por dificuldades de locomoção. "Eu estava na escola. Mas eu fui obrigado a parar, tudo é difícil. Quero aprender a escrever bem.", conta.

Parkinson
A doença de Parkinson não tem cura e afeta a coordenação motora por conta da morte das células que produzem a dopamina. Sem essa substância, os neurônios não conseguem transmitir as mensagens para as outras partes do corpo. Fonte: Globo G1. Vídeo na fonte. Vídeos afins no G1.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

8 preguntas sobre el mal de Parkinson

El Neurocirujano Fabián Cremaschi despeja dudas sobre esta enfermedad.

10/10/2012 –¿Cuáles son los síntomas de Parkinson? (...)

–¿A qué edad es más frecuente que se presente?
–Es más frecuente en mayores de 60 años, aunque hay casos de inicio a los 30 o 40 años, y aun menos, pero estos son excepcionales.

–¿Evoluciona de manera diferente en personas jóvenes y en mayores?
–Sí, habitualmente, en las personas jóvenes la EP se caracteriza por tener más temblor y una tendencia a la depresión y en las personas mayores predomina la rigidez y la lentitud, con mayor porcentaje de alteraciones en la esfera cognitiva.

–¿Se puede confundir con otra enfermedad?
–Sí. Hay muchas enfermedades parecidas a la EP llamados “parkinsonismos”. Éstos pueden ser hereditarios o secundarios a infecciones, fármacos, tóxicos, vasculares, traumáticos u otras patologías. Existen decenas de enfermedades semejantes y no siempre es sencillo hacer el diagnóstico diferencial. Tampoco es fácil hacer el diagnóstico precoz y a veces es necesario varios años antes de poder hacer el diagnóstico definitivo. Esperamos que, con las nuevas tecnologías, esto se vaya perfeccionando.

–¿Se puede agravar con otra enfermedad?
–Se da característicamente, pero no en forma exclusiva, en mayores de 50 años y se observa en el 1% de la población mayor de 60 años. Por esta razón, es habitual que pueda haber distintas enfermedades en una misma persona.

–¿Cuánto avanzó el tratamiento?
–Se avanzó muchísimo en los últimos años. Hay más y mejores fármacos y con menos efectos secundarios. En los últimos 20 años mejoraron y se extendieron las técnicas de cirugía de los síntomas, que incluye el famoso “marcapasos cerebral” o “estimulador cerebral profundo” con excelente resultado en pacientes seleccionados.

–¿Qué opina de los parches transdérmicos?
–Los parches transdérmicos de rotigotina se utilizan hace varios años y son de una eficacia comprobada en aquellos pacientes a los cuales el médico les ha indicado este tipo de fármacos, denominados “agonistas dopaminérgicos no ergolínicos”. Como el resto de los fármacos, no son milagrosos y deben recetarse junto con cambios en los hábitos de vida.

–¿Se puede retardar la progresión?
–Sí, aunque tampoco existe la “pastilla mágica” para esto. Se deben indicar fármacos llamados “neuroprotectores” asociados a medidas que mejoren la calidad de vida, como una dieta sana, ejercicio físico y mental y control adecuado del estrés.
*Neurocirujano, subdirector de las II Jornadas Internacionales de Movimientos Anormales.
Fonte: La Voz.ar.

Roche e Lilly preparam teste de medicamentos preventivos contra Alzheimer

10 de outubro de 2012 | Remédios experimentais dos laboratórios Roche e Eli Lilly foram escolhidos para um importante teste clínico sobre sua capacidade de prevenir o mal de Alzheimer em pacientes sob risco.

O teste deve começar no começo do ano que vem, envolvendo 160 pacientes no mundo todo. Todos eles têm mutações genéticas que costumam levar ao aparecimento de sintomas do Alzheimer antes dos 40 anos, disse a Universidade de Washington, em St. Louis, ao anunciar nesta quarta-feira a escolha dos medicamentos.

Pesquisas com medicamentos na última década fracassaram em conter o avanço da demência em vítimas do Alzheimer. A esperança é deter os sintomas em pacientes altamente pré-dispostos e, posteriormente, ampliar isso para a população em geral.

Três remédios serão testados. Cerca de metade dos pacientes envolvidos não deve ter sintomas do Alzheimer, e a outra metade deve ter sintomas leves.

Estima-se que 36 milhões de pessoas no mundo tenham o mal de Alzheimer, que é a forma mais comum de demência. Fonte: O Estado de S.Paulo.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Farmácia Popular: Alguns medicamentos promovem comportamento compulsivo

Oct 8, 2012 - Pergunta: Mirapex é um medicamento prescrito para a doença de Parkinson e síndrome das pernas inquietas. Eu li on-line que este medicamento pode promover comportamentos compulsivos, como compras, pornografia, sexo, jogos e comer. Algumas dessas compulsões resultaram em divórcio ou falência.

Eu mesmo desenvolvi uma compulsão por comprar bugigangas no eBay, até a quantia de US $ 10.000 no meu cartão de crédito. Não vendo pelo preço de garagem (bazar em casa) e não querem levá-los, que eles fiquem na minha garagem como um lembrete cruel de quando eu estava fora de controle.

Alertar as pessoas de que, se uma compulsão nova surge, elas devem consultar o médico ou farmacêutico para descobrir se ela pode ser causada por medicamentos.

Resposta: A maioria das pessoas não pode imaginar que uma droga possa levar alguém a uma farra de consumo ou se engajar em comportamentos como o comer compulsivo ou sexo. No entanto, isto tem sido documentado como um efeito colateral de medicamentos, tais como Mirapex e Requip. A informação oficial de prescrição para tais medicamentos é que os pacientes e seus familiares devam ser avisados ​​sobre a possibilidade de intensos impulsos incontroláveis. (segue..., em inglês) Fonte: Clarion Ledger.

Pacientes cuentan cómo convivir con el Parkinson

Dos mendocinos a los que se les diagnosticó la enfermedad aseguran que se requiere voluntad y que los síntomas aparecen mucho antes de la llegada del deterioro.

miércoles, 10 de octubre de 2012 - Si algo caracterizaba la forma en que Jorge Reyes (58) solía escribir en manuscrito, era su letra prolija, refinada y legible como pocas. Sin embargo, poco a poco su caligrafía comenzó a cambiar y las letras empezaron a ser cada vez más pequeñas, a medida que los movimientos de sus manos se limitaban. Esa fue la primera señal de alerta que le indicó a Jorge que algo en su cuerpo había cambiado y el motivo que lo impulsó al consultorio del neurólogo. Así, el diagnóstico que le marcó un cambio de vida no tardó en llegar y después de varios estudios, los médicos le confirmaron Parkinson. (segue...) Fonte: Los Andes.ar.

Medicamentos a evitar na doença de Parkinson


Vídeo (7:17) publicado em 09/10/2012 com áudio em inglês, com possibilidade de legendas traduzidas para o português, por TheParkinsonDoctor.

É um resumo dos medicamentos a serem evitados se você tem a doença de Parkinson. Pode haver outros medicamentos que você precisa evitar, mas você pode processar isto como uma diretriz. Fonte: YouTube.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Vencedor do Nobel faz alerta sobre falsas 'terapias com células-tronco'

Japonês Shinya Yamanaka diz que técnicas são altamente arriscadas.
Ele e britânico levaram prêmio de Medicina por 'reprogramação' celular.

09/10/2012 - O ganhador do Nobel de Medicina de 2012 Shinya Yamanaka, que dividiu o prêmio com o britânico John B. Gurdon, alertou pacientes nesta terça-feira (9) sobre as "terapias com células-tronco" não comprovadas que são oferecidas em clínicas e hospitais de vários países.

Segundo o pesquisador japonês, essas técnicas são altamente arriscadas e exigem precaução das pessoas.

Além disso, a internet está repleta de propagandas que prometam curas com células-tronco para qualquer doença – como diabetes, esclerose múltipla, artrite, problemas de visão, Alzheimer, Parkinson e até lesões na coluna vertebral –, em países como China, México, índia, Turquia e Rússia.

"Esse tipo de prática é um problema enorme, é uma ameaça. Muitas das chamadas terapias com células-tronco estão sendo conduzidas sem nenhum dado, usando animais com checagens pré-clínicas de segurança", disse Yamanaka, que é professor na Universidade de Kyoto.

"Os pacientes devem entender que, se não houver dados pré-clínicos sobre a eficiência e a segurança do procedimento que ele ou ela esteja submetido, pode ser muito perigoso", disse o pesquisar à Reuters durante entrevista por telefone.

Yamanaka e Gurdon compartilharam o Prêmio Nobel de Medicina pela descoberta de que células adultas podem ser reprogramadas para voltarem a ser células-tronco, as quais, por sua vez, podem se transformar em qualquer tipo de tecido do corpo.

"Espero que pacientes e pessoas leigas entendam que há dois tipos de terapias com células-tronco. Uma é a que estamos tentando estabelecer, unicamente baseada em dados científicos. Temos conduzido trabalhos pré-clínicos, experimentos com animais, como ratos e macacos", afirmou o cientista.

Yamanaka, que chamou as células-tronco que ele criou de "células-tronco pluripotentes induzidas" (iPS), espera ver os primeiros testes clínicos em humanos em breve.

"Há muitas pesquisas promissoras acontecendo", disse. Fonte: Globo G1.

Descubrir marcadores del proceso neurodegenerativo del Parkinson ayudaría a una intervención terapéutica más eficaz

08/10/2012 - El doctor José Ángel Obeso, profesor y consultor de Neurología de la Clínica Universitaria de Navarra, ha considerado "fundamental" descubrir uno o varios marcadores del proceso neurodegenerativo, que permitan evaluar la evolución del Parkinson y, de esta forma, poder valorar la intervención terapéutica más eficaz. (segue..) Fonte: MedicinaTV.es.

Discinesias: Esperança no Horizonte

Vídeo AQUI (4:21) (áudio em inglês) publicado em 08/10/2012 por michaeljfox.

Discinesias são movimentos involuntários e perturbadores, que são um efeito secundário da levodopa, o tratamento padrão de referência para a doença de Parkinson. Para alguns pacientes, as discinesias são mais incapacitantes do que a própria doença.

A discinesia continua a ser um problema sério para as pessoas que vivem com DP, mas estamos mais perto do que nunca de soluções para os pacientes que precisam urgência. Para saber mais sobre terapias em desenvolvimento, visite http://bit.ly/Dyskinesia.

Este vídeo é apenas para fins informativos, a Fundação Michael J. Fox não endossa qualquer terapia particular. Nós encorajamos todos os pacientes para discutir as opções terapêuticas com os médicos que os tratam. Fonte: YouTube.

Yamanaka, um médico que fez a ciência avançar sem ferir consciências

Produção das primeiras células IPS representou em 2006 um enorme passo à frente

8/10/2012 - Graças a seu trabalho com células-tronco pluripotentes induzidas (IPS), o japonês Shinya Yamanaka, premiado como Nobel de Medicina 2012, conseguiu a façanha de fazer a ciência avançar, esquivando-se do obstáculo ético e religioso que apresentam as células-tronco embrionárias.

Nascido em 1962 e filho único de um fabricante de peças de reposição para máquinas de costura, Yamanaka deveria, como induz a tradição japonesa, ter seguido os passos de seu pai. Mas, quando tinha 10 anos, seu pai disse que gostaria que ele fosse médico.

O jovem Shinya se converteu num brilhante cirurgião para, depois, orientar sua carreira para a pesquisa até obter o reconhecimento definitivo de seu trabalho com um Nobel.

"Suas descobertas revolucionaram nossa compreensão sobre a maneira com que as células e os organismos se desenvolvem", afirmou o Comitê Nobel sobre este cientista de 50 anos.

No mundo médico, era aceito que as células-tronco embrionárias eram essenciais para a pesquisa de tratamentos médicos, mas o custo, tanto religioso quanto político, era muito elevado, já que os círculos mais conservadores achavam que extrair células-tronco de embriões equivalia a sacrificar uma vida.

Por isso, a produção das primeiras células IPS na Universidade de Kyoto, conduzida pela equipe de Yamanaka, representou em 2006 um enorme passo à frente.

As células-tronco IPS são células adultas submetidas a uma espécie de técnica de rejuvenescimento, já que as células, uma vez adultas, têm uma função particular e não podem mudar. O coquetel de genes de Yamanaka permitiu levar estas células adultas ao estado de células-tronco embrionárias, que ainda não adquiriram sua função. Desta forma, não é necessário recorrer ao embrião para "colher" as valiosas células-tronco. Certa vez, o cientista declarou:

— Se a investigação com células-tronco embrionárias é a única maneira de ajudar os doentes, acho que temos que fazer isso. Mas, ao mesmo tempo, é um sentimento natural, quero evitar a utilização de embriões humanos.

As células-tronco são muito promissoras no tratamento de doenças como câncer ou diabetes, e também importantes no tratamento de enfermidades neurológicas degenerativas, como Mal de Parkinson ou Alzheimer, e podem ser utilizadas para substituir células, tecidos ou órgãos danificados. Fonte: Record R7.

Pesquisas premiadas do Nobel foram 'revolução' genética, dizem cientistas

Descobertas ajudam a entender doenças genéticas.
Cientista japonês vencedor do Nobel é 'humilde e fantástico', diz professora.

08/10/2012 - As descobertas escolhidas para o Prêmio Nobel de Medicina de 2012, divulgado nesta segunda-feira (8), trouxeram avanços e pequenas revoluções no estudo da genética pelo mundo, afirmaram ao G1 professores e pesquisadores da área, de instituições como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Elas têm ajudado a entender como funcionam doenças de origem genética ou em que há chance desta origem, como Alzheimer, Parkinson, esquizofrenia e autismo, disseram os cientistas. (segue...) Fonte: Globo G1.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

EPDA lanza su tercer y último folleto Life With Parkinsons para personas con Parkinson


Saiba mais AQUI.

Publicidade / Propagando produto no Mal de Parkinson / Prolopa

Vídeo (6:14) AQUI publicado em 07/10/2012 por Nelcino Guimaraes.

Uma simulação do trabalho realizado junto a classe médica. Muita informação técnica sobre o produto divulgado. Sobretudo o profissional está usando todos as abordagens necessárias para o bom andamento do trabalho. Coloca na prática a identificação dos estilos de comunicação do interlocutor em prol da melhor acolhida da mensagem do produto. Fonte: YouTube.
Simulação de "vendedor" junto à médico...

Britânico e japonês ganham prêmio Nobel de Medicina

Pesquisadores descobriram que células maduras podem ser reprogramadas para se tornar pluripotentes

8/10/12 - ESTOCOLMO - Os cientistas que renovaram a pesquisa de células-tronco e abriram caminho para uma revolução na engenharia de tecidos são os ganhadores do Prêmio Nobel de Medicina de 2012, anunciado esta manhã, pelo Instituto Karolinska, na Suécia. Os nomes do britânico John Gurdon e do japonês Shinya Yamanaka estavam entre os favoritos para receber o prêmio. Gurdon por ter feito nos anos 60 as descobertas fundamentais que levaram Yamanaka, décadas depois, a encontrar um caminho para obter uma nova fonte de células-tronco, quase tão versáteis quanto as embrionárias.

Yamanaka é um dos especialistas em engenharia de tecidos mais conhecidos do mundo. O instituto que concede o Nobel de Medicina informou em nota que os dois foram premiados por terem descoberto que células-maduras e especializadas podem ser reprogramadas para se transformar em células imaturas capazes de se desenvolverem em todos os tecidos do corpo. “Suas descobertas revolucionaram nosso conhecimento de como as células se organizam e se desenvolvem”, disse a nota do Karolinska.

Diferentemente de várias outras descobertas laureadas com o mais importante prêmio da medicina, os trabalhos de Gurdon e Yamanaka têm aplicação direta no desenvolvimento de novas terapias celulares. Em 1962, John B. Gurdon rompeu um paradigma da ciência ao mostrar que a especialização das células é reversível. Numa experiência hoje clássica e na época herética, ele substituiu as células imaturas do núcleo de um óvulo de um sapo pelo núcleo de uma célula intestinal madura. Com isso, ele modificou o óvulo que se desenvolveu como um girino.

Gurdon provou que o DNA da célula madura ainda tinha toda a informação necessária para desenvolver todas os tipos de células que formam um sapo. Quatro décadas depois, Yamanaka descobriu como fazer para que células adultas de camundongos fossem reprogramadas em células-tronco imaturas. Realizada em 2006, a descoberta teve imenso impacto na altamente competitiva pesquisa de células-tronco. Na semana passada, por exemplo, estudos do próprio Yamanaka e colegas na “Science” mostraram ser possível usar células reprogramadas para criar óvulos de camundongos que puderam ser fertilizados e gerar filhotes normais, numa pesquisa que abriu caminho para combater a infertilidade.

Na pesquisa premiada com o Nobel, Yamanaka descobriu que a introdução de alguns poucos genes pode reprogramar célula adultas ao estágio de células-tronco pluripotentes, capazes de originar numerosos tecidos do corpo. As chamadas células-tronco de reprogramação induzida são vistas como uma das mais acessíveis e promissoras fontes de células para a engenharia de tecidos, área que acena com a possibilidade de tratamentos para problemas tão diversos quanto infarto e mal de Parkinson.

O trabalho dos dois pesquisadores revelou ao mundo que as células são muito mais flexíveis do que jamais poderia se imaginar. Elas não estão confinadas para sempre num estágio especializado. Para as células, rejuvenescer totalmente, da maturidade ao estágio de embrião é possível. O segredo está nos genes que apagam a memória da especialização e as faz de novo flexíveis como as de um embrião. Gurdon e Yamanaka mudaram os livros de medicina e reescreveram a ciência.

John Gurdon trabalha no instituto que leva o seu nome em Cambridge, Inglaterra. Ele tem 79 anos. Shinya Yamanaka tem 50 anos e trabalha na Universidade de Kioto, no Japão. Fonte: Globo G1.

As miniaturas do senhor Fábio

07/10/2012 - Apesar de portar a doença de Parkinson, o senhor Fábio lá de Bauru, faz cada miniatura que deixa todo mundo de boca aberta! Com a arte ele recuperou a auto estima e é uma fonte de inspiração para muita gente com o mesmo problema. Veja vídeo (3:05) clicando na Fonte: Globo G1.

domingo, 7 de outubro de 2012

SEGUNDA-FEIRA É DIA DO NOSSO BATE -PAPO!!!





Apartir das 20:30 hs
NOSSO BATE-PAPO AMIGO E FRATERNO
TEMA LIVRE
Com Samuel, Badu e demais amigos(as) 
ESTAMOS ESPERANDO POR VOCÊ

Células de cerdo en el cerebro humano, posible tratamiento del Parkinson

En Nueva Zelanda realizarán las pruebas clínicas del nuevo tratamiento

Viernes, 05 de Octubre de 2012 - NUEVA ZELANDA.-La tecnología,elaborada por la compañía Living Cell Technologies, se probará el próximo año en pacientes voluntarios de Nueva Zelanda. Los médicos ya han obtenido la autorización correspondiente para realizar las pruebas de la terapia, llamada NTCELL, en humanos.

Los experimentos llevados a cabo hasta ahora han demostrado que la introducción de células de cerdos en el cerebro puede ayudar a proteger los tejidos cerebrales que dejarían de funcionar como consecuencia del avance de la enfermedad.

Las células trasplantadas mejoraban la capacidad de movimiento y disminuían los defectos neurológicos. Asimismo, tras tan solo dos semanas de tratamiento, se registró un aumento de las neuronas que producen dopamina, un neurotransmisor cuya disminución es clave en el desarrollo del Parkinson. Precisamente la falta de dopamina es la causa de los temblores y los problemas de movimiento y coordinación característicos de esta enfermedad. Fonte: El Mañana.mx.

Doenças neurodegenerativas estão ligadas a estresse oxidativo

Dieta e estilo de vida também colaboram para a ocorrência desses distúrbios

5/10/2012 - Estudo publicado na revista Advances in Pharmacological Sciences destaca o papel do estresse oxidativo nas doenças neurodegenerativas, como Alzheimer, Parkinson, doenças de Huntington e esclerose lateral amiotrófica.

De acordo com os pesquisadores, vários estudos evidenciam que as doenças neurodegenerativas são, em certa medida, multifatorial, e o estresse oxidativo é inevitavelmente entrelaçado com os mecanismos da doença.

Além dos fatores biológicos, como excitotoxicidade, inflamação, e um papel certo de genes envolvidos em casos esporádicos, as contribuições ambientais, como dieta e estilo de vida, também são importantes variáveis que colaboram para a ocorrência desses distúrbios.

A pesquisa ressalta, no entanto, que ainda não está muito claro se o estresse oxidativo em si contribui para o início da neurodegeneração ou é parte do processo neurodegenerativo como manifestação secundária. Fonte: Record R7.

Nanopartículas liberam medicamentos de forma seletiva em células danificadas

Abordagem pode ser utilizada no tratamento de doenças ligadas ao envelhecimento como Alzheimer e Parkinson

05/10/2012 - Pesquisadores da Universidade Politécnica de Valência, na Espanha, desenvolveram nanopartículas inteligentes capazes de liberar substâncias terapêuticas de forma seletiva nas células humanas envelhecidas.

Ensaios clínicos mostram que a abordagem tem potencial para ser utilizada no tratamento de doenças ligadas como câncer, Alzheimer ou Parkinson.

Segundo a equipe, este tipo de aplicação também pode ser útil para o desenvolvimento de terapias cosméticas de uso tópico que tenham efeito antirrugas e antienvelhecimento, ou aumentem a proteção contra a radiação UV, além de servir para combater a calvície.

"Pela primeira vez ficou demonstrado que podem ser liberadas substâncias selecionadas apenas nas células que estão em fase degenerativa ou senescentes e não em outras", observa o líder da pesquisa Ramón Martínez Máñez.

A senescência é um processo fisiológico do organismo para eliminar células envelhecidas ou com alterações que podem comprometer sua viabilidade. "Quando somos jovens, os mecanismos de senescência previnem, por exemplo, a aparição de tumores. Mas com o envelhecimento, as células senescentes vão se acumulando em órgãos e tecidos, alterando o funcionamento correto dos mesmos", explicam os autores.

A eliminação dessas células retarda o aparecimento de doenças associadas ao envelhecimento.

A equipe testou as novas nanopartículas em células de pacientes com uma síndrome de envelhecimento acelerado conhecida como Disceratose Congênita. As culturas de células apresentavam uma alta porcentagem de senescência, caracterizada por elevados níveis de atividade de beta-galactosidase, enzima característica do estado senescente.

"As células envelhecidas expressam esta enzima em excesso e as nanopartículas que desenhamos se abrem na presença dela, liberando seu conteúdo para eliminar as células senescentes, prevenir sua deterioração ou, inclusivamente, reativá-las para seu rejuvenescimento", explica Máñez.

A equipe conclui que as nanopartículas são uma oportunidade única para administrar compostos terapêuticos de forma seletiva nos tecidos afetados e resgatar a viabilidade e a funcionalidade dos mesmos

O próximo passo será testar os dispositivos com agentes terapêuticos e validá-los em modelos animais. Fonte: Record R7.

Candidatos a Vereador Hoje

Gervásio do Gruparkinson 40140
Vereador - Timóteo / MG


Celia do Parkinson 55222
Vereadora - Araranguá / SC

os quais tenho conhecimento....

sábado, 6 de outubro de 2012

DOENÇA DE PARKINSON

Sabe o quer dizer?
Aqui vamos explicar
Sobre esta enfermidade
Difícil de diagnosticar
É uma doença grave
Quando chega é pra ficar

Não escolhe o paciente
Famoso, pobre ou rico.
Qualquer classe social
Todos correm o risco
Jovem, velho ou mulher.
Negro branco feio ou bonito

Ainda é misteriosa
Crônica e degenerativa
Ataca o sistema nervoso
É lenta e progressiva.
Mas não impede o paciente
De ter qualidade de vida

Causada pela diminuição
De uma certa substância
Que embora não pareça
É de extrema relevância
Para o equilíbrio humano
É de grande importância

Ela é chamada Dopamina
Que auxilia a ligação
Entre as células nervosas
Permitindo a comunicação
Através dos neurônios
Que comandam toda ação

Geralmente ela ocorre
Após a terceira idade
Mas não precisa ir longe
E descobrir uma verdade
Existem muitos casos
Logo após a maioridade

Sempre a acompanha
A rigidez e lentidão
Tremores e bradicinesia
Uma incômoda depressão
Instabilidade postural
Dificultando a locomoção

Não existe um exame
Específico para detecção
Para se ter a certeza
E chegar a uma conclusão
O diagnóstico é feito
Por testes de eliminação

Ele se trata com remédios
Específicos para completar
A dopamina que o corpo
Diminuiu ou parou de fabricar
Fonoaudiologia e fisioterapia
Também é bom praticar

O portador tem direitos
Que muito podem ajudar
Os remédios são exemplo
Não precisa de comprar
O governo fornece todos
Bastando se cadastrar

O importante na doença
É o portador não se calar
Procurar um grupo de apoio
Para poder se comunicar
Ter atividades diárias
E nunca se entregar. Fonte: Blog Só Cordel/ Renato Coutinho.

CANCELAMENTO

Situações kafkanianas que passamos quando estamos nas mãos dos call centers de nets, ois, vivos, claros,  et alii... Fonte: Kibe Loco.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Como podemos obter a cura? Fundação Michael J. Fox para a pesquisa de Parkinson

Vídeo (5:12) publicado em 04/10/2012 por michaeljfox.

Neste vídeo não convencional, a co-fundadora da Michael J. Fox Foundation, Debi Brooks, expõe o complexo panorama para o desenvolvimento de drogas de uma maneira fácil de entender com analogias e explica como a Fundação desempenha um papel fundamental em trazer melhores e melhoria das terapias para a doença de Parkinson aos pacientes.

Para saber mais sobre a Michael J. Fox Foundation e como você também pode desempenhar um papel neste processo, por favor, visite: www.michaeljfox.org. Fonte: YouTube.

Vídeo com áudio em inglês com possibilidades de: 1- visualizar legendas em inglês transcritas do áudio;
2- visualizar tradução das legendas para o português (é beta, portanto so, so. Nenhuma Brastemp).

Cientistas descobrem que célula pode gerar novos neurônios

04/10/2012 - Pesquisadores descobriram uma forma de gerar novos neurônios humanos a partir de outro tipo de célula adulta encontrada no cérebro. O estudo é um passo adiante nas terapias para o tratamento de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. A descoberta foi divulgada nesta quarta-feira e será publicada na edição de amanhã da Cell Stem Cell, da Cell Press.

"Este trabalho tem como objetivo converter células que estão presentes em todo o cérebro, mas elas próprias não são células nervosas em neurônios", afirma Benedikt Berninger, da Universidade Johannes Gutenberg de Mainz. "O principal objetivo que temos em mente é que isso pode, um dia, permitir que induzamos a conversão dentro do próprio cérebro e, assim, proporcionar uma nova estratégia para reparar o cérebro lesionado ou doente", complementa.

As células que fizeram a mudança de uma "identidade" para a outra são conhecidas como pericitos. Essas células, encontradas em estreita associação com vasos sanguíneos, são importantes para manter a barreira entre sangue e cérebro intacta, e tem sido demonstrado que elas participam no processo de cicatrização em outras partes do corpo. "Agora, se pudéssemos marcar essas células e fazer com que elas produzam células nervosas, poderíamos aproveitar esta resposta à lesão.

Testes mostraram que os neurônios recém convertidos poderiam produzir sinais elétricos e alcançar outros neurônios, fornecendo evidências de que as células convertidas poderiam integrar redes neurais. "Embora haja muito a se aprender sobre a adaptação de uma estratégia de reprogramação neuronal direta para reparação significativa in vivo, nossos dados fornecem um forte apoio para a noção de que a reprogramação neuronal de células de origem pericíticas dentro do cérebro danificado possa se torar uma abordagem viável para substituir os neurônios degenerados", escrevem os pesquisadores. Fonte: Jornal do Brasil. Aqui => no Record R7.